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Componentes de sistema

Os treze tipos de etapa descrevem o que uma etapa é. Esta página descreve os componentes — as variedades prontas do tipo "ação" que alcançam sistemas reais.

Você escolhe um componente da biblioteca; ele já vem com o formulário certo. Não se inventa componente: o que não está no catálogo não existe para o fluxo.

O que existe hoje​

ComponenteO que fazPrecisa de conexão
Consultar uma APIuma chamada HTTPhttp (ou endereço direto liberado)
Consultar banco de dadosuma leitura SQLpostgres
Gravar em banco de dadosinsere, atualiza ou removepostgres
Enviar e-mail (SMTP)envia, com anexossmtp
Conectar por SSHexecuta um comando numa máquina registradassh
Enviar/Baixar arquivo (SFTP)transfere arquivos pelo canal SSHssh
Salvar/Buscar/Listar no storagearmazenamento compatível com S3s3
Ler CSV · Gerar CSVconverte entre CSV e dados estruturados—

Todos usam Conexões para servidor e credencial. Nenhum aceita senha escrita dentro da etapa.

Ler e gravar em banco são componentes diferentes​

Não é uma divisão cosmética.

Consultar banco de dados nasce numa transação somente-leitura e recusa qualquer comando que não comece em SELECT ou WITH. Não é uma promessa do formulário: é o próprio banco.

Gravar em banco de dados é o componente que muda dados — INSERT, UPDATE, UPSERT, DELETE. Ele existe separado, e não como um parâmetro do primeiro, por um motivo concreto: se a leitura virasse escrita ao mudar uma opção, seria impossível olhar uma definição e saber se aquela etapa lê ou altera o banco. Com dois componentes, quem lê o fluxo vê onde ele escreve — e a liberação do Agent Space pode permitir um sem permitir o outro.

A etapa é atômica; o fluxo não é

A gravação roda dentro de uma transação: ou todos os comandos daquela etapa valem, ou nenhum vale.

Isso não se estende ao fluxo. Se uma etapa posterior falhar, a gravação já confirmada permanece — o Agents não abre transação entre etapas, porque cada uma é executada, retomada e repetida de forma independente. Prefira colocar a gravação depois do que pode falhar.

Arquivos atravessam as etapas​

Os componentes que produzem ou consomem arquivo falam o mesmo formato:

{ name, mime, size, content_base64 }

Por isso eles se encadeiam sem cola: Consultar uma API → Gerar CSV → Enviar arquivo (SFTP) funciona porque as três concordam sobre o que é um arquivo. O mesmo vale para anexar num e-mail ou salvar no storage.

O teto é de 10 MB por arquivo. Acima disso o caminho é o storage: grave lá e passe adiante a referência, não os bytes.

SSH e SFTP: a mesma conexão​

Conectar por SSH e as etapas de SFTP usam a mesma conexão ssh — o SFTP viaja pelo canal do SSH.

A máquina precisa estar registrada com a host key dela, e o executor exige exatamente aquela chave, do mesmo tipo. Uma chave diferente encerra a tentativa. Ver Conexões.

Chave privada escrita dentro da etapa é recusada. A credencial vem do cofre, sempre.

Importar de uma API que você já tem​

Duas formas de não montar a etapa HTTP na mão:

Importar cURL — cole um comando curl e o Studio monta a etapa: método, endereço, cabeçalhos e corpo. Se houver credencial no comando, ela não vira texto no fluxo: ou é guardada como secret, ou fica de fora e o campo espera uma conexão.

Importar OpenAPI — aponte para um documento OpenAPI 3.x (arquivo ou URL), escolha a operação e a etapa nasce configurada. A leitura por URL passa pela mesma proteção de rede das chamadas normais: endereços internos, loopback e metadata são bloqueados.

O endereço precisa estar liberado​

Vale para todos os componentes que saem para a rede: o destino tem de estar na lista do Agent Space. A publicação recusa o que a política não libera, em vez de deixar a descoberta para a primeira execução.

Endereços privados, loopback, link-local e metadata de nuvem são bloqueados sempre — não há exceção configurável por quem monta o fluxo. Ver Recursos liberados.

Próximos passos​