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Construir conversando

Você descreve o que quer e o Imaginne monta. Ele cria o agente, acrescenta as etapas, aponta para uma conexão, testa, publica e liga o acionador — conversando.

Não é um modo separado do produto. São duas mãos sobre o mesmo documento: o mouse e a conversa. O que nasce da conversa aparece no canvas na hora, e o que você move com o mouse é o que ele enxerga na próxima frase. Não existe "modo IA" e "modo manual".

Onde a conversa acontece​

SuperfícieOnde ficaPara quê
Terminala porta do /agentcomeçar do zero, achar um agente, perguntar por que algo falhou
Doca do editorao lado do fluxo abertoalterar o que está na tela sem trocar de contexto

As duas são a mesma conversa. Trocar de tela não troca de interlocutor: o que você disse no terminal continua valendo quando abre o editor.

O que ele faz​

  • monta, altera, testa, publica e coloca agentes no ar;
  • lê execuções para explicar o que aconteceu;
  • aponta etapas para conexões, APIs, bancos e skills da organização.

O que ele não faz​

Esta lista é curta de propósito, e cada item tem um motivo:

Não fazPor quê
Criar ou administrar Agent Spacesé ato administrativo, e tem tela própria
Conceder perfil a alguémgovernança tem tela, MFA e auditoria próprias
Rodar código solto, abrir shell ou administrar hostsó executa automação publicada, que tem entrada e saída declaradas
Ler ou repetir o valor de uma credencialo que existe na conversa é o nome da conexão, nunca o segredo
A ausência é o contrato

No modo de operação, o Imaginne enxerga apenas as ferramentas que o Agents declarou. As ferramentas gerais do motor — arquivos, shell, busca — não são oferecidas nem aceitas.

Isso não é um pedido no texto ("não use shell"): elas não existem naquele turno. A consequência prática é boa para você: quando falta alguma coisa no produto, ela aparece como lacuna em vez de ser contornada por um caminho improvisado que ninguém revisou.

Como ele trabalha​

O Imaginne segue roteiros declarados pelo próprio produto. Os que você mais vai encontrar:

Montar um agente novo — confirma o espaço, cria o agente com um nome que descreve o que ele faz, declara a entrada, acrescenta as etapas na ordem, declara o resultado e só publica quando a validação está íntegra.

Alterar um agente que já existe — abre, olha o fluxo como ele está, identifica a etapa exata e altera o que existe. Ele não recria o fluxo do zero para depois substituir: você ficaria com dois.

Colocar uma etapa no meio — quando você diz "antes de X faça Y", ele usa o gesto de inserir bloco e o servidor religa as arestas, preservando os rótulos dos ramos. Ninguém desliga e religa etapas à mão.

Descobrir por que falhou — ele lista as execuções recentes, abre uma e lê o que cada etapa recebeu e devolveu. Ele não supõe a causa sem abrir a execução.

Fazer uma etapa alcançar um sistema externo — verifica se já existe conexão com aquele nome no espaço; quando não existe, abre a captura segura de credencial na interface e depois aponta a etapa para a conexão pelo nome. A senha nunca passa pela conversa.

O que "pronto" significa​

Vale a pena conhecer duas distinções, porque elas mudam o que você deve esperar:

Ele disseSignificaNão significa
"publiquei a versão"existe uma versão imutável, criada do rascunhoque ela está em produção
"coloquei em produção"a versão vale para valerque o agente vai disparar sozinho
"disparei a execução"ela começouque terminou — o desfecho vem da inspeção
Sem gatilho ativo, nada roda sozinho

Um fluxo correto, publicado e em produção não dispara se o acionador estiver desligado. É o engano mais comum, e o Imaginne foi instruído a não dizer que está no ar antes de o gatilho estar ativo.

Quando ele recusa​

As recusas são tipadas, e cada uma pede uma reação diferente de você:

O que você lêO que aconteceuO que fazer
falta perfilo recurso existe e o seu perfil não o alcançaele diz qual perfil falta e onde se concede
mais de um candidatoo nome que você usou casa com váriosele pergunta citando os nomes; nunca escolhe sozinho
não encontreia referência não casa com nada que você alcançaele diz o que existe, em vez de inventar um nome parecido
não disponível aquia capacidade não existe nesta instalaçãoele segue sem ela e diz o que ficou de fora
recusadoa mudança foi julgada pelo produto e reprovadaleia o motivo; repetir a mesma mudança será recusado igual

Um turno que cai volta sozinho​

Quando o transporte do modelo morre no meio de uma inferência longa — e isso acontece —, o turno é retomado automaticamente, até duas vezes. A retomada não refaz o que já foi aplicado: o trabalho está gravado, e ele continua de onde parou.

Duas tentativas, e não infinitas: um turno interrompido já consumiu dezenas de milhares de tokens, e repetir sem teto transformaria falha de rede em conta a pagar. Se as duas falharem, você recebe a frase do desfecho real — um turno que parou no meio nunca aparece como concluído.

O que ele nunca vê​

Uma skill da organização é um recurso que você atribui a um agente; ela entra no ambiente onde o agente roda. Ela não entra no contexto do Imaginne que está operando o produto.

Na conversa ele consegue procurar skills e ver o descritor — chave, nome, para que serve, se está liberada — para apontar uma etapa. O conteúdo da skill nunca chega até ele. Nome e descrição de qualquer recurso são texto que alguém escreveu num cadastro: para o operador, isso é dado, nunca ordem.

Nem toda instalação tem​

A conversa depende de um manual de operação publicado e ativo para este ambiente. Quando ele não está, a interface não oferece a conversa em vez de oferecer e falhar.

Se a doca não aparece onde esta página diz que deveria, é isso — e quem resolve é quem administra a instalação. Ver Administração.

Próximos passos​