Criar e gerenciar projetos
O projeto é a aplicação: é ele que tem endereço público, histórico de versões e configuração.
Antes de começar
- Um repositório no GitHub, no GitLab ou no Bitbucket, com um
Dockerfilena pasta que será publicada. - Se você quer publicar sob o domínio da sua empresa, ative a zona antes de criar o projeto: a zona é a base do endereço e escolhê-la depois significaria trocar o endereço.
Criar o projeto
Em Projetos → Criar projeto, o formulário tem três blocos.
Identidade
| Campo | O que decide |
|---|---|
| Nome do projeto | Aparece no endereço público. Letras minúsculas, números e hífen, de 3 a 40 caracteres |
| Domínio | Sob qual domínio o endereço será composto: o da plataforma ou uma zona própria já ativa |
| Endereço | O rótulo antes do domínio. Em branco, a plataforma compõe a partir do nome |
O formulário confere a disponibilidade do endereço final enquanto você digita, e sugere alternativas livres. Um nome disponível na sua organização pode produzir um endereço já ocupado — é o endereço que decide.
Origem do projeto
| Campo | O que decide |
|---|---|
| Provedor | GitHub, GitLab ou Bitbucket. Quando o endereço diz o host, o provedor é deduzido dele |
| Endereço do repositório | A URL completa, o endereço SSH ou dono/repo. Ver as formas aceitas |
| Branch ou tag | De onde a primeira versão será publicada |
| Pasta dentro do repositório | Opcional. Em branco, a raiz. Num monorepo, a pasta onde está o Dockerfile |
Este repositório passa a ser a origem do projeto: todos os serviços do projeto publicam dele. Repositório público não precisa de credencial; repositório privado pede um token de acesso, informado depois em Origem.
A referência é conferida antes da publicação começar: se o repositório ou a branch não resolvem, você descobre no formulário e não minutos depois.
Sem indicar a pasta, a plataforma procura o Dockerfile na raiz do repositório. Num monorepo, isso faz toda publicação falhar em Construindo, depois de o formulário ter dito sim.
Onde vai rodar
O ambiente Production nasce com o projeto. Não há o que preencher — o bloco existe para explicar por que não existe um campo.
Confirmar
Criar e publicar cria o projeto, o serviço web e já inicia a primeira publicação. O console leva você para a página do projeto, onde a publicação está acontecendo.
Um clique duplo, ou uma reconexão no meio do envio, não cria dois projetos: a operação é protegida contra repetição.
A origem do projeto
O repositório é do projeto: uma origem por projeto. Os serviços escolhem só a pasta dentro dele e a referência — branch ou tag. Para publicar de outro repositório, crie outro projeto.
A origem fica em Origem, no projeto. O campo do repositório aceita três formas:
| Forma | Exemplo |
|---|---|
| URL completa | https://github.com/dono/repo |
| Endereço SSH | git@github.com:dono/repo.git |
dono/repo, com o provedor escolhido | dono/repo |
- Provedores: GitHub, GitLab e Bitbucket. O GitLab aceita subgrupos —
grupo/subgrupo/projeto. - O host decide o provedor. Quando o endereço traz o host, o provedor é deduzido dele. Sem host, escolher o provedor é obrigatório.
- O que não bate é recusado, com o motivo. Um host fora da lista é recusado com o nome dele; um provedor escolhido que diverge do host também.
O botão Salvar origem só habilita com um endereço completo, e diz ao lado o que falta — por exemplo, "Falta o nome do repositório depois de “dono”. Use dono/repositório.".
Token de acesso
Repositório público não precisa de token. Para um repositório privado, informe um token de acesso do provedor.
Depois de salvo, o token nunca volta para a tela: aparece Credencial configurada, com a opção de substituí-lo.
Alterar depois
- Nome e descrição — em Configurações; o que aparece nas listas.
- Endereço público — em Domínios. Trocar libera o anterior assim que o novo estiver no ar; a confirmação diz o que isso afeta. Ver Trocar o endereço.
- Origem — em Origem: repositório, branch ou tag e token, usados nas próximas publicações.
Excluir o projeto
Em Configurações, clique em Excluir projeto. A confirmação mostra o impacto e pede que você digite o nome do projeto — é a defesa contra excluir o projeto errado — e um motivo (opcional), que fica registrado na auditoria. A exclusão é acompanhada até o fim; fechar a janela não a interrompe.
Quando ela termina:
- O projeto some da lista e de toda leitura: URL direta, API e CLI respondem "não encontrado".
- O nome do projeto fica livre para um projeto novo.
- Publicações que estavam na fila são canceladas.
- Ambientes e serviços são encerrados: as aplicações saem do ar.
- A origem é revogada, e as credenciais dela, destruídas.
- O endereço público deixa de servir este projeto e permanece reservado à sua organização. Nenhuma outra organização pode usá-lo, e um projeto novo da sua organização pode — basta escolher o mesmo endereço. Links, callbacks de login e webhooks que apontavam para ele deixam de responder, e nunca passam a responder por outra organização.
- O histórico continua registrado: auditoria, operações, deployments e versões.
Pela CLI: zero projects delete <projeto> --reason "..." --yes. Ver CLI.
Se o projeto usa uma zona de domínio próprio, a zona recusa ser removida enquanto o projeto existir. Exclua o projeto primeiro.
Erros comuns
| Mensagem | Significado | O que fazer |
|---|---|---|
| "Use letras minúsculas, números e hífen" | O nome participa do endereço público | Ajuste o nome |
| "Este endereço já está em uso" | O endereço final está reservado | Escolha outro ou use uma sugestão |
| "O Zero publica a partir de GitHub, GitLab ou Bitbucket, e “…” não é um deles." | Outro provedor de código | Espelhe o repositório em um dos três |
| "O endereço é do GitLab, mas o provedor escolhido é GitHub." | O provedor escolhido diverge do host do endereço | Corrija o provedor, ou o endereço |
| "Falta o nome do repositório depois de “dono”. Use dono/repositório." | Endereço incompleto | Complete o endereço |
| "Informe a pasta sem a barra inicial" | Caminho começando com / | Escreva apps/api, não /apps/api |
Próximos passos
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