Estender o Imaginne
Você pode ampliar o que o agente sabe fazer e restringir como ele age. Esta seção reúne os pontos de extensão para usuários avançados e administradores.
Os pontos de extensão
A principal forma de dar capacidades ao agente — pacotes auditáveis, governados pela organização.
Abrir →Servidores MCPConecte ferramentas externas via Model Context Protocol. Elas aparecem para o agente como ferramentas nativas.
Abrir →SubagentsEspecialistas focados que o agente (ou você) aciona em paralelo para tarefas delimitadas.
Abrir →Regras do workspaceDefina, em arquivo, o que o agente pode ler/escrever/executar e o que exige confirmação.
Abrir →Como escolher
| Você quer… | Use |
|---|---|
| Ensinar uma nova tarefa/processo ao agente | Skills |
| Dar ao agente acesso a um sistema/ferramenta externa | Servidores MCP |
| Paralelizar exploração, análise, implementação | Subagents |
| Limitar o que o agente pode tocar no projeto | Regras do workspace |
| Controlar quanto ele pergunta antes de agir | Autonomia |
Capacidades vs. guardrails
Pense em duas direções:
- Capacidades (o que o agente consegue fazer) vêm de skills, servidores MCP e subagents.
- Guardrails (o que ele pode fazer e quando pergunta) vêm da autonomia, das regras do workspace e da política da organização.
E hooks, comandos próprios ou plugins?
Para deixar as expectativas claras, alguns mecanismos comuns em outras ferramentas ainda não são configuráveis pelo usuário no Imaginne:
- Hooks de ciclo de vida por script (rodar um comando em "antes/depois de ferramenta", "início de sessão" etc.) não são expostos hoje. O controle equivalente — bloquear, permitir ou exigir confirmação de ações — é feito pelas regras do workspace e pela autonomia.
- Comandos de barra (
/algo) e funções próprios não são definíveis pelo usuário — o conjunto é fixo. Veja a referência da TUI. - Não há um sistema de plugins de agente além de skills e MCP. (Os plugins do Desktop — Preview avançado, Mermaid, CAD, Canvas — são visualizadores da interface, não extensões do agente.)
A extensibilidade real e suportada é: skills + MCP + subagents, com regras de workspace e autonomia como guardrails.
Para a maioria dos casos, uma skill é o caminho — auditável e governável pela organização. Use MCP quando precisar falar com um sistema externo, e subagents quando quiser paralelizar.
Próximos passos
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